quinta-feira, 11 de setembro de 2008

De mãos dadas

Tocou a janela, dentro e só, como se pudesse sentir seu rosto e, mais do que isso, como se pudesse lhe pedir pra ficar um tantinho mais. Do outro lado dos ares, tão pequeno, olhou para baixo como se conseguisse enxergá-la sorrindo seu riso mais amoroso. Ambos lacrimejaram – em complexa harmonia entre felicidade e tristeza nos rostos de cada um.

No caminhar mesmo distante, seguiam de mãos dadas sem que precisassem sequer esticar os braços. Voltariam, afinal, àquele mesmo lugar.

4 comentários:

Retrouve toi seul disse...

Meu velho, foram longos meses sem visitar este espaço, confesso. Não sei o motivo, sò sei que sinto prazer ao retornar e encontrar alguns minutos de prazer. abraço!

Dan disse...

Lindo =)

Anônimo disse...

onde vc está, maluco? abandonou a firma? abs, mauricio

Thiago Crespo disse...

Setubal? Retruco a pergunta: onde VC está, maluco?

Quanto a mim, em http://dublinaovivo.blogspot.com

; )