Seu rosto debaixo de cada véu, seu corpo escondido detrás da cidade velha. Sete sem ti. Dois olhos passeiam por uma casa que não é minha, confusos e vagarosos. Errantes, melancólicos.
Surpreende-me reviver sozinho o nosso beijo às escondidas. Somente o mar em comum, mas águas distintas, distantes. Sete sem ti. A muralha e os labirintos, a chuva que não vem do céu. Sua poesia marginal num verso apenas, numa palavra que não se repete porque já passou. Pretérito. Perfeito.
Sete sem ti. E mesmo sem estar à vista, és dona de todo passo meu.
Sete sem ti. E mesmo sem estar à vista, és dona de todo passo meu.
E todo beijo.

2 comentários:
Caralho, irmão! Muito bom! Só sete e já faz essa diferença toda. Ainda bem que os meses vão passar feito segundos... Logo mais chego aí pra ajudar seu fígado!! Abracao
Boa, garoto!
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